Menàge com a amiga da namorada

Marcia chega em casa e encontra seu namorado sendo chupado pela sua amiga… conforme combinado. Essa tarde se torna um sonho realizado para os três.

Quando ouço o barulho da porta do meu apartamento se abrindo, já sei que minha tarde começou de verdade. Combinamos um horário pra eu deixar a porta aberta, assim Marcia entraria sem que eu precisasse parar o que estava fazendo, e eu definitivamente não queria parar. Raquel, que estava seminua e bem ocupada com sua cabeça entre minhas pernas nesse momento, deu uma olhadinha pra trás, buscando saber quem tinha acabado de chegar. “Relaxa, continue”, eu disse. Ela se vira pra mim com um olhar relaxado que se torna safado em questão de instantes, e volta a me dar prazer.

A visão de Marcia entrando e dando de cara com sua amiga me chupando já faz meu sangue quase ferver. Loira, olhos verdes que me apaixonei assim que os vi pela primeira vez, me faziam me sentir um rapaz de sorte por tê-la como namorada. Sentia falta do seus olhos toda vez que nos separávamos e me reapaixonava sempre que ela chegava. Seu cabelo liso estava um pouco molhado, vestia roupas pesadas, estava chovendo lá fora. Olhou Raquel ali, ajoelhada, e um sorriso malicioso se abriu no canto da sua boca. Sua amiga, que já saiu conosco tantas vezes, e sempre trocava indiretinhas e piadinhas safadas, há poucos dias tinha se entregado carnalmente a nós. Eu estava muitíssimo satisfeito, claro, sempre quis uma namorada que trouxesse suas amigas para nossa intimidade.

Já mais próxima de mim, as mãos de minha namorada acariciam os cabelos de Raquel de leve, enquanto ela me beija gostosamente como cumprimento. Logo em seguida se ajoelha por trás de sua amiga. Meu pau, que poucas vezes na vida esteve tão duro, ficou feito rocha enquanto eu assistia aquela cena. Minha namorada passando a mão pelo corpo da sua amiga, sentindo e descobrindo cada centrímetro de sua pele macia e cheirosa, seus lábios se tocando com tanta paixão, mas ao mesmo tempo de forma doce… e Raquel, que antes ocupava sua boca em mim, agora ocupava as mãos. Minha namorada tirava a blusa e a calcinha de sua amiga enquanto essa não parava de me masturbar era algo que ficaria na minha imaginação por bastante tempo, eu tinha certeza daquilo.

Enquanto as duas exploravam suas intimidades sem esquecer de me dar prazer também, eu observava e às vezes orquestrava: “Chupe os peitos dela”, “Se beijem bem gostoso”, “As duas, vem cá, me lambam”. Elas realizavam tudo que eu sempre fantasiei sob meu simples comando. Eu me sentia no paraíso. O prazer que tomava conta do meu corpo era indescritível, eu poder tocá-las enquanto elas se exploravam era algo que me fazia sentir o quanto a vida era incrível e eu era um rapaz de sorte.

Depois de estarmos totalmente conectados e relaxados, fomos os 3 para minha cama. “Quero vocês duas fazendo um 69”, digo, e elas sorriem, mas mal me olham. Rapidamente decidem quem vai ficar por cima e se deitam. Toda essa cena me deixa quase atordoado, sem saber se uso minhas mãos em mim ou nelas, apenas observando tudo, cada detalhe. Decido percorrer minhas mãos corpo de Raquel, que está por cima, deixando linhas de marcas de sangue na sua pele, que percebo que é branquíssima, chego a imaginar há quanto tempo ela não vai para o litoral. Suas costas, bunda e coxas agora estavam muito vermelhas, meus arranhões marcam sua pele muito fácil. E que pele linda, macia, suave, parecia um tecido que me arrepiava só de passar a mão.

Quando me aproximo meu rosto para lamber sua bunda, consigo sentir seu gosto, que era quase divino. Se fosse transformar o gosto que senti em palavras, seria: luxúria. As visões, o cheiro de sexo que estava no meu quarto, o gosto que sentia enquanto passava a língua na pele de cada uma delas, tudo se traduzia em luxúria. Alí estávamos o 3 absolutamente entregues ao prazer, à carne. Esquecemos quem era quem, nossos relacionamentos, nosso passado. Nos tornamos máquinas feitas pra nos satisfazer um ao outro, apenas.

Enquanto ambas ambas ainda se divertiam intensamente no seu 69, acaricio os cabelos de Marcia, que estava por baixo, bastante entretida enchendo sua amiga de prazer. Seu corpo estava quente, seus olhos fechados e seu empenho em lamber sua amiga me faziam imaginar que talvez ela estivesse sentindo mais tesão que eu. Ela coloca a mão no meu caralho e divide suas chupadas entre mim e a buceta de sua amiga, e enquanto ela lambe meu pau, é o único tempo onde ela tem pra gemer, um gemido gostoso e denso, de quem não podia gemer pois estava ocupada demais lambendo. Raquel então pela primeira vez para de lamber Marcia e pede com uma voz manhosa, mas ao mesmo tempo ofegante: “Lambe meu cu enquanto ela me chupa, eu sempre quis isso, lambe, por favor”. Mal sabia ela que não precisava suplicar tanto assim para que eu aceitasse o pedido. Minhas mãos seguram os quadris da moça deliciosa que estava por cima, e minha boca vai de encontro com seu cuzinho minúsculo, o deixando totalmente molhado com minha saliva, e escuto seus gemidos murmurados soltados enquanto lambiam minha namorada se tornarem um “Meu deus, isso é maravilhoso, não parem!”. A sensação que tinha ao lamber seu cuzinho era que o calor do corpo dela passava pro meu naquele instante, e os gemidos que ouvia quando comecei a lamber me deixaram completamente surdos pra qualquer outro som que estivesse passando ali. Eu só ouvia o gemido das moças, eu só sentia o calor das moças, o toque delas. Pra mim, minha vida se resumia àquele momento. Àquele prazer.

Eu e minha namorada percebemos que nossa amiga vai explodir de tesão se continuarmos, então decidimos sem trocar palavras que só íamos tirar nossa boca do corpo dela quando ela gozasse, o que não demorou muito para acontecer. Rapidamente senti seu corpo tremendo, os gemidos foram ficando mais intensos, ecoando por todo o apartamento, quem sabe até pelos apartamentos vizinhos, e enquanto a luxúria absoluta toma conta do seu corpo, ela queria se soltar, mas eu a segurava. “Para, tá sensível!” Raquel dizia, mas continuávamos, até que decido soltá-la e ela rapidamente sai de cima de Raquel. Senta no canto da cama com uma cara meio espantada, seu corpo todo vermelho, suas pernas tremendo, e solta um “Puta que pariu”, difícil de ser proferido por conta da sua respiração extremamente ofegante. ofegante.

“Vem cá, agora quero que chupe a Marcia.” Feito um relâmpago ela veio. Ajeitei ela pra uma posição quase de 69, mas como Raquel não queria ser chupada, não precisava estar por cima da Marcia. O que eu queria mesmo era uma posição onde ela pudesse chupar minha namorada e eu a fodesse. Nos ajeitamos e comecei a meter com toda minha força. Era assim que ela gostava, era assim que ela sempre me pedia, que eu metesse nela feito um animal furioso. Adorava ouvir os gemidos muito fortes e gostosos de Marcia, ela merecia poder gemer o quanto quiser, afinal, estava sendo estimulada por inteiro, por todo o corpo, da forma mais gostosa possível. Ganhava aquilo que já havia me confessado que sempre quis em segredo: uma penetração bruta e um oral angelical, ao mesmo tempo. Tudo aquilo era um sonho, para todos nós. Um sonho que viria a se repetir mais vezes no futuro, com certeza.

Aguentei o quanto pude, e quanto vi que estava perto de gozar, meti com tanta força que sentia meu coração disparar. Diante de tanto barulho que acontecia, mal pude perceber que Marcia tinha gozado já antes de mim, e quando finalmente despejei tudo dentro do seu corpo, ela já estava totalmente anestesiada pelo tsunami de satisfação e prazer que percorria seu corpo. Nossa amiga lambeu o restinho quando tirei de dentro de Marcia e coloquei na boca de Raquel rapidamente no fim do meu orgasmo, não podia deixá-la sem meu leite.

Minutos depois, estávamos deitados, nos acariciando, eu no meio das duas. Nossas mãos não paravam, mas os movimentos eram suaves, estávamos totalmente relaxados. O papo fluiu de forma mansa sobre como tudo tinha sido gostoso para nós três, então começamos a imaginar o que iríamos fazer daqui a pouco. “Quero que nós três nos chupando ao mesmo tempo, meio que num triângulo, sabe?”, disse minha namorada. Naquele momento, o daqui a pouco viraria o agora.

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